sábado, 23 de abril de 2011


Síndrome Metabólica

Considerada como uma doença da modernidade, a síndrome metabólica caracteriza-se pela associação de diversos eventos ou problemas que podem aumentar as chances de um indivíduo desenvolver uma determinada doença cardíaca, ou seja, é um conjunto de fatores que com o aumento elevam o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do miocardio, AVE (acidente vascular encefálico) e também Diabetes mellitus especificadamente do tipo II. Obesidade central ou periférica que deixa o corpo em forma de maçã e está associada à presença de gordura visceral ( cintura maior que 102 cm em homens ou maior que 88 cm em mulheres). Para se considerar que uma dada pessoa tem síndrome metabólica esta precisa de ter pelo menos três dos fatores de risco acima indicados. 

O que causa?


Embora tendências genéticas para a síndrome metabólica possam estar presentes, ela é basicamente uma conseqüência de uma dieta inadequada, estilo de vida sedentário, e o excesso de ganho de peso resultante na infância e/ou ao longo da vida adulta. O estilo de vida, então, influencia profundamente a gravidade da síndrome metabólica.
                                                                                                                     

       Como Tratar e Prevenir

 

Obter um estilo de vida saudável é imprescindível, o tratamento mais eficaz  é simplesmente mudar os hábitos de vida, como alimentação  saudável e praticar atividades físicas, Isso faz com ocorra uma perda do excesso de peso. Também existem tratamentos farmacológicos que pode ser necessários para controlar sintomas como a hipertensão arterial e controlar os níveis de colesterol. Aumentar a prática de atividades físicas são um das melhores maneiras de controlar ou combater essa condição.
É recomendado que pessoas que possuem risco de apresentar a síndrome metabólica devem procurar um médico, e de preferência um especialista. Os endocrinologistas, por exemplo, são especialistas em hormônios e metabolismo e estes podem avaliar se a pessoa apresenta ou não a síndrome metabólica, e também recomendar o melhor tratamento para determinada pessoa.


quarta-feira, 20 de abril de 2011


SISTEMA CARDIOVASCULAR


 



O sistema cardiovascular ou circulatório é formado por uma vasta rede de tubos - vasos sanguíneos e vasos linfáticos – pelos quais circulam respectivamente, o sangue e a linfa. O movimento do sangue nos vasos deve-se principalmente à atividade bombeadora do coração, um órgão muscular oco que se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Em uma pessoa adulta, tem o tamanho aproximado de um punho fechado e pesa cerca de 400 gramas.





Sangue   






  • Constituído por duas partes distintas, o plasma e os elementos figurados( glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, e plaquetas).

  • A produção contínua do sangue ocorre dentro de certos ossos na chamada medula óssea.

    Funções do sistema cardiovascular
     
O sistema circulatório permite que algumas atividades sejam executadas com grande eficiência o transporte de gases: os pulmões, responsáveis pela obtenção de oxigênio e pela eliminação de dióxido de carbono, comunicam-se com os demais tecidos do corpo por meio do sangue.
  • Transporte de nutrientes: no tubo digestivo, os nutrientes resultantes da digestão passam através de um fino epitélio e alcançam o sangue. São levados aos tecidos do corpo, nos quais se difundem para o líquido intersticial que banha as células.
  • Transporte de resíduos metabólicos: a atividade metabólica das células do corpo origina resíduos. 
  • O transporte dessas substâncias, de onde são formadas até os órgãos de excreção, é feito pelo sangue.  
  • Transporte de hormônios: hormônios são substâncias secretadas por certos órgãos, distribuídas pelo sangue e capazes de modificar o funcionamento de outros órgãos do corpo. 
  •    A colecistocinina, por exemplo, é produzida pelo duodeno, durante a passagem do alimento, e lançada no sangue. Um de seus efeitos é estimular a contração da vesícula biliar e a liberação da bile no duodeno.   
  • Intercâmbio de materiais: algumas substâncias são produzidas ou armazenadas em uma parte do corpo e utilizadas em outra parte. Células do fígado, por exemplo, armazenam moléculas de glicogênio, que, ao serem quebradas, liberam glicose, que o sangue leva para outras células do corpo.
  • Transporte de calor: o sangue também é utilizado na distribuição homogênea de calor pelas diversas partes do organismo, colaborando na manutenção de uma temperatura adequada em todas as regiões.
  •  Distribuição de mecanismos de defesa: pelo sangue circulam anticorpos e células fagocitárias, componentes da defesa contra agentes infecciosos.
  • C oagulação sangüínea: pelo sangue circulam as plaquetas, pedaços de um tipo celular da medula óssea (megacariócito), com função na coagulação sangüínea. O sangue contém ainda fatores de coagulação, capazes de bloquear eventuais vazamentos em caso de rompimento de um vaso sangüíneo.
VASOS SANGÜÍNEOS


A máquina cardiovascular e a viagem do sangue 

 
  •  O sangue, carregado de oxigênio dos pulmões, chega ao átrio  esquerdo pelas veias pulmonares e através da válva mitral,  passa para o ventrículo esquerdo.  A contração deste ventrículo fecha esta válvula e abre a válva da aorta situada a entrada da artéria aorta. O sangue é transportado para todas as partes do corpo, uma vez que passa da arteria principal para as arteríolas e capilares. Quando chega as células libera o oxigênio e outras substâncias necessária ao metabolismo celular e recebe os produtos deste metabolismo e o dióxido de carbono.  Passa então, a sangue venoso sendo conduzido pelas vênulas e depois pelas veias, regressando ao coração.
  •  Quando o sangue chega ao coração pelas veias cava superior e inferior, já com pouco oxigênio, entra pelo átrio  direito, é impulsionado pela válva tricúspide para o ventrículo direito. A contração do ventrículo fecha esta  válva e abre a valva pulmonar situada a entrada da artéria pulmonar. O sangue segue por esta artéria até os pulmões onde recebe oxigênio e libera o dióxido de carbono, passando de venoso a arterial
  •    Esta máquina cardiovascular representa um circuito fechado e contínuo, no qual o sangue circula sempre no mesmo sentido:
  • As artérias transportam o sangue oxigenado (ou arterial) para todo o corpo; as veias transportam o sangue venoso (já com pouco oxigênio), de volta ao coração . 
  



  O funcionamento do coração ocorre por etapas. Existem durante o ciclo cardíaco dois momentos de contração : sístoles, e um de descontração diástole. O músculo do coração que se contrai e descontrai é conhecido por miocárdio.




A circulação pode ser dividida em dois grandes circuitos



  •  Pequena circulação: coração pulmão-coração

      ● Grande circulação: coração-tecidos-coração

Uma leva sangue aos pulmões, para oxigená-lo e outra leva sangue oxigenado a todas as células do corpo. Por isso se diz que nossa circulação é dupla e completa.




Peixes
Circulação simples: tipo de circulação característica dos peixes. Coração com duas cavidades,  um átrio e um ventrículo. No coração circula apenas sangue venoso.O  sangue percorre um trajeto único passando uma vez pelo coração.

 Anfíbios
 Circulação  dupla incompleta: coração com três cavidades, dois átrios e um ventrículo.O sanfue percorre dois trajetos difertetes, passando duas vezes pelo coração.Há mistura parcial  de sangue venoso e arterial no ventrículo.Este tipo de circulação além de estar presente nos anfibios é caracteristico dos répteis.

Mamíferos 

Circulação dupla completa: coração com quatro cavidades: Duas aurículas e dois ventrículos. O sangue percorre dois trajectos diferentes, passando duas vezes pelo coração. Não há mistura de sangue venoso e sangue arterial. Por isso, nestas condições, é maior a oxigenação do sangue que chega às células, o que permite uma maior capacidade energética. Existe nas aves e mamíferos.


  


quarta-feira, 9 de março de 2011


Coelhos transmitem doenças?


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
É cada vez mais comum a procura por esses animais, hoje muitas famílias escolhem o coelho como animal de estimação, ele é muito dócil, carinhoso, manso com um pêlo macio que convida ao afago e convive tranqüilamente com os donos, porém como qualquer outro animal, requer uma serie de cuidados para que  se mantenha saudável.
 O custo de criar um coelho e muito baixo, mas sua criação requer cuidados: alimentação à base de ração específica para a espécie, com alto teor de celulose bruta e gaiola própria, com medidas proporcionais ao tamanho da raça e ao número de exemplares. É fundamental que as instalações não exponham o animal ao contato direto com as fezes e a urina. A falta de higiene é um dos principais fatores do surgimento de doenças.
 O risco de transmitir doenças realmente existe, mas pode muito bem ser afastado. Entre as mais comuns estão à sarna, a toxoplasmose, a conjuntivite e a diarréia. A avaliação periódica por um veterinário preserva a saúde do animal e evita as Zoonoses que são doenças com potencial capacidade de serem transmitidas dos animais para o ser humano, por isso prevenção é a palavra-chave.
Entre os cuidados para evitar as doenças, alguns são fundamentais: não compartilhar cama ou alimentos com animais, evitar carinhos como beijos muito próximas ao rosto, recolha as fezes e urinas dos animais para não deixá-las expostas a moscas e ao contato humano e lavar as mão muito bem após o contato com as fezes,
Principais problemas que o coelho é capaz de transmitir:

·         Dermatofitoses: mais conhecidas como micose que é uma infecção causada por fungos.
·         Doença de Lyme: Os coelhos podem carregar carrapatos infestados pela bactéria causadora do mal. A picada desses insetos, então, provoca desde irritações na pele, náuseas, febre e cansaço até problemas cardíacos e artrite.
·         Salmonelose: Causada por bactéria, a doença é transmitida por meio do contato com as fezes do animal. Nos seres humanos os sintomas são dor abdominal, febre e diarréia.

   

sábado, 5 de março de 2011



BIÓLOGO NÃO...

Biólogo não come, degusta.
Biólogo não cheira, olfata.
Biólogo não toca, tateia.
Biólogo não respira, quebra carboidratos.
Biólogo não tem depressão, tem disfunção no hipotálamo.
Biólogo não admira a natureza, analisa o ecossistema.
Biólogo não elogia, descreve processos.
Biólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
Biólogo não facilita discussões, catalisa substratos.
Biólogo não faz amor, copula.
Biólogo não admite algo sem resposta, diz que é hereditário.
Biólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
Biólogo não pensa, faz sinapses.
Biólogo não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.
Biólogo não chora, produz secreções lacrimais.
Biólogo não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
Biólogo não se apaixona, sofre reações químicas.
Biólogo não perde energia, gasta ATP.
Biólogo não divide, faz meioses.
Biólogo não faz mudanças, processa evoluções.
Biólogo não falece, tem morte histológica.
Biólogo não se desprende do espírito, transforma sua energia.
Biólogo não deixa filhos, apresenta sucesso reprodutivo.
Biólogo não deixa herança, deixa pool gênico.
Biólogo não tem inventário, tem hereditário.
Biólogo não deixa herdeiros ricos, pois seu valor é por peso vivo.

(Fonte: Site Humor na Ciência)


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bahia inicia uso de inseto transgênico contra dengue


Em busca de um novo método para a erradicação do mosquito Aedes aegypti, pesquisadores estão soltando uma versão transgênica do inseto em bairros de Juazeiro (BA). O bicho geneticamente modificado gera filhotes que não chegam à fase adulta --a Malásia colocou a mesma prática recentemente.
A iniciativa, coordenada pela bióloga Margareth Capurro, pesquisadora da USP, foi aprovada pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança).
Os cientistas misturam material genético de drosófilas, conhecidas popularmente como moscas-das-frutas, ao do A. aegypti.
A transformação faz com que seus filhotes produzam uma proteína que causa sua morte ainda no estágio larval ou de pupa (a fase de casulo).


A transformação faz com que seus filhotes produzam uma proteína que causa sua morte ainda no estágio larval ou de pupa (a fase de casulo).
 
 Em laboratório, os embriões são produzidos pela Biofábrica Moscamed, em Juazeiro (BA), e identificados com um marcador fluorescente. Por diferença de tamanho em relação às fêmeas, os machos --que alimentam-se de néctar e sucos vegetais-- são isolados antes da fase adulta, quando serão liberados no ambiente.
Eles serão soltos em cinco bairros da cidade. Lá, concorrerão para procriarem com as fêmeas, o que, em longo prazo, deve reduzir a população local dos insetos.
A previsão é de liberação de 50 mil mosquitos por semana nesses locais, e a conclusão do estudo está prevista para 18 meses após o início do procedimento.
Os primeiros 10 mil mosquitos já foram soltos na última segunda-feira, no bairro de Itaberaba. Amanhã, serão liberados mais 8.000 no mesmo local.
RISCOS
A princípio, a liberação de espécimes do Aedes aegypti nessas regiões apresentaria dois riscos: aumento da incidência da dengue e desequilíbrio ambiental.
Ambos, diz Capurro, são praticamente nulos. "Os mosquitos machos não se alimentam de sangue, por isso não transmitem a doença, e sua única função é copular com as fêmeas", afirma.
Além disso, o A. aegypti não é nativo do Brasil e encontrou um ambiente ideal porque não possui predadores naturais por aqui.
"Os mosquitos transgênicos vivem por aproximadamente sete dias e não deixam descendentes. Para retirá-los da população de insetos do local, basta parar de abastecê-la com novos indivíduos."
Ela destaca as vantagens do procedimento. Apesar de mais caro, pode substituir inseticidas e larvicidas, reduzindo o lançamento de possíveis poluentes no ambiente.
"O que essas substâncias fazem é selecionar indivíduos resistentes, que não morrem com os produtos", aponta a bióloga.
 
 FOLHA.COM

domingo, 27 de fevereiro de 2011





Corrida dos Sapinhos
Era uma vez uma corrida de sapinhos. 

Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.

Começou a competição.

A multidão dizia:

Não vão conseguir, não vão conseguir!

Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que

continuava subindo.

E a multidão continuava a aclamar:

Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir

E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.

Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.

Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.

Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.

Seja surdo aos apelos negativos.

Autor desconhecido

sábado, 26 de fevereiro de 2011




SISTEMA DIGESTÓRIO
     O aparelho digestivo ou digestório ou ainda sistema digestório é o sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução, locomoção, etc.  É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestão.  O tubo digestório humano compreende: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus. Suas glândulas anexas são os três pares de glândulas salivares (parótidas, sublinguais e submaxilares), o fígado e o pâncreas.

1. Boca

       É a primeira porção do tubo digestório, é a sede da mastigação e da insalivação. Apresenta como estrutura anexas a língua, os dentes e as glândulas salivares que são as parótidas, submaxilares e sublinguais . Possui duas estruturas importantes para a digestão: a língua e os dentes.




2. A Faringe


            A faringe, situada no final da cavidade bucal é  um órgão comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório. Isso quer dizer que, pela faringe, tanto pode passar o ar durante a respiração, como os alimentos na digestão.
           O fluxo de ar ou de alimentos é controlado por uma cartilagem chamada epiglote.  A epiglote funciona como uma espécie de válvula da laringe, que é um dos órgãos do aparelho respiratório.
         Durante a deglutição, a laringe se eleva, enquanto que a epiglote se abaixa, fechando a entrada da laringe e permitindo a passagem do alimento para o esôfago.
         Durante a respiração, a epiglote se eleva, mantendo a laringe aberta e permitindo a passagem do ar.








3. O Esôfago

 

          É um tubo que liga a faringe ao estômago, localiza-se entre os pulmões, atrás do coração, e atravessa o músculo diafragma, que separa o tórax do abdômen , é  dotado de movimentos peristálicos. Esses movimentos são ondulados e de contração e permitem que os alimentos sejam empurrados ao longo do tubo digestivo para serem transformados. Esses movimentos ajudam a misturar os alimentos com os sucos digestivos que atuam na digestão.


4. O  Estômago

         É formando uma espécie de bolsa, onde ocorrem transformações químicas nos alimentos. Comunica-se com o esôfago através de uma região chamada cárdia, que  permite a passagem dos alimentos do esôfago para o estômago. A região recebe esse nome por estar localizada próxima ao coração. Já a comunicação do estômago com o intestino ocorre através de uma região denominada piloro.
        O estômago possui glândulas que produzem o suco gástrico( solução rica em ácido clorídrico ) e em enzimas que atuam na digestão das proteína . As glândulas também produzem o ácido clorídrico, que facilita a ação dessas substâncias. Internamente é revestido por uma mucosa, que é uma membrana capaz de produzir uma substância chamada muco que  serve para proteger as paredes do estômago contra a ação do ácido clorídrico. Quando essa proteção não é perfeita, por falta de muco ou pelo excesso de ácido, este ataca as paredes do estômago, provocando o aparecimento de uma espécie de ferida, chamada úlcera gástrica.
        Gastrite é o nome que se dá à inflamação do estômago.  Pode ser causada por alimentos cáusticos (como pimenta), álcool, medicamentos irritantes, mastigação insuficiente, etc.









5. O Intestino


     É um tubo com cerca de 9 m de comprimento, dobrado dentro do ventre, onde ocorrem as transformações finais da digestão e a absorção dos alimentos.
 

5.1 Intestino Delgado
         Tubo muscular que começa na válvula pilórica. Essa válvula  comunica o intestino delgado com o estômago. Divide-se em três regiões  partes: duodeno e jejuno e íleo. A digestão no intestino ocorre graças a ação conjunta da bílis, do suco pancreático e do suco entérico.


5.2 Intestino Grosso

O intestino grosso tem cerca de 1,5 m de comprimento, com diâmetro de 5 a 7 cm. Divide-se em três partes: ceco, cólon e reto.
• Ceco: É a porção inicial do intestino grosso. Possui uma ponta chamada apêndice cecóide ou vermicular.
• Cólon: É a região mais longa  e subdivide-se em  colo ascendente, transverso e descendente. Ascendente é o que sobe, lateralmente, à direita; transverso é o que fica em sentido horizontal, na altura da cintura; descendente é o que desce, lateralmente, à esquerda.
• Reto: É a região final do intestino grosso e que termina num orifício chamado ânus pelo qual as fezes são eliminadas. 


6. Os Órgãos Anexos

       São aqueles que, mesmo não fazendo parte do tubo digestivo, se comunicam com ele através de canais, desempenhando um papel importante na digestão. São eles: glândulas salivares, pâncreas e fígado.


6. 1. As Glândulas Salivares

São três pares de glândulas que produzem a saliva, lançada por meio de canais. Esses três pares são:
• Parótidas: Situam-se adiante do ouvido e são as maiores.
• Subliguais: Localizam-se sob a língua.
• Submaxilares: Ficam sob o osso maxilar.
A inflamação das glândulas salivares chama-se parotidite ou caxumba, caracterizada por rosto inchado e dolorido.
A saliva é um líquido principalmente constituído de água. Serve para formar o bolo alimentar e inicia o processo digestivo, transformando o amido.



6.2. Pâncreas




           O pâncreas é uma glândula mista situada atrás do estômago que produz o suco pancreático , de mais ou menos 15 cm de comprimento e de formato triangular e alongado, localizada transversalmente sobre a parede posterior do abdome, na alça formada pelo duodeno, sob o estômago. Além de produzir os bicarbonatos e as enzimas O pâncreas produz também a insulina, que é lançada diretamente no sangue. A insulina é produzida por grupos especiais de células do pâncreas, chamadas ilhotas de Langerhans. Ela controla a concentração e o aproveitamento do açúcar no sangue.



6.3 O Fígado
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É a maior glândula do corpo humano e situa-se à direita do estômago. O fígado participa da digestão produzindo  a bile, secreção esverdeada que é temporariamente armazenada em uma bolsa de forma oval,  a vesícula biliar.
  •   Além de produzir a bile, o fígado tem outras funções importantes:
  • Transforma a glicose em glicogênio.
  •   Acumula glicogênio e vitaminas. 
  •  Destrói células mortas, com aproveitamento dos resíduos. 
  • Produz o fibrinogênio, substância coagulante.
  • Produz a heparina, substância anticoagulante.
  • Desintoxica o organismo.


     


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