domingo, 30 de janeiro de 2011

O CAVALO E O PORCO



Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário :

- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse :
- Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!  Vamos lá, eu te ajudo a levantar.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode
contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse :
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Coragem! Upa ! Upa ! Isso,
devagar. Ótimo, agora mais depressa...
Fantástico! Corre, corre mais. Você venceu Campeão!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!”

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Muitos não percebem quem tem o mérito pelo sucesso.
Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso.
E AI O QUE VOCÊ ACHA?

Imagem: Google
Autor desconhecido

domingo, 4 de abril de 2010

VÍRUS, UM GRUPO SEM REINO

Características Gerais dos Vírus:
·         São acelulares (não são formados por células)
·         Só são visíveis ao microscópio eletrônico.
·         Não possuem membrana plasmática, citoplasma, nem organelas celulares como mitocôndrias, RER, REL, Complexo de Golgi, etc.
·         Não possuem atividades metabólicas, como respiração, excreção, digestão, etc.
·         São parasitas intracelulares obrigatórios.
·         O único aspecto comum dos vírus às células é a presença de material genético (DNA ou RNA) e, consequentemente, a capacidade  de reprodução.

    Estrutura Básica de um Vírus:
·         O envoltório dos vírus, formados por proteínas, é denominado capsídeo.
·         Os vírus são formados por um filamento de DNA ou RNA ,onde estão inscritas as informações para a produção de novos vírus.
·          Muitos vírus podem apresentar ainda um envelope lipídico.
·          
Ciclos reprodutivos:
Ciclo Lítico: o vírus invade a célula, se multiplica lá dentro usando o mecanismo da própria célula e depois rompe sua membrana, liberando dezenas de outros vírus replicados.

Ciclo Lisogênico: o vírus invade a célula e insere seu DNA no DNA da célula, passando despercebido. A célula quando se multiplica, copia o DNA do vírus junto, sem perceber. Em seguida esse DNA viral se destaca novamente e pode se multiplicar.


Retrovírus:
·         São vírus que apresentam como material genético uma molécula de RNA, em vez de DNA. Eles são capazes de produzir uma fita de DNA a partir de sua fita de RNA, num processo chamado de “retrotranscrição”. Esse processo é mediado pela enzima “transcriptase reversa”.
·         Os retrovírus são difíceis de serem combatidos pelo fato de sofrerem mutações constantes, uma vez que o processo de retrotranscrição não é um processo seguro, gerando cópias erradas de DNA.
·         Exemplo de retrovírus: HIV (causador da AIDS)


VEJA CICLO REPRODUTIVO DO HIV

Vírus e doenças
·         Não existem medicamentos contra os vírus. Basicamente temos que contar com o nosso próprio “Sistema Imunológico”.
·         A melhor maneira de combater as doenças virais é através de vacinas.
·         Graças às campanhas mundiais de vacinação, a varíola já foi pratricamente erradicada do planeta. Outras vacinas altamente eficazes são as contras a poliomielite e o sarampo.

quarta-feira, 24 de março de 2010


QUEM SÃO OS MORCEGOS?

Classificação:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Chiroptera

• Morcegos não são ratos velhos que ganharam asas!
• Morcegos não são aves, nem insetos!
• Morcegos não são cegos!
São os únicos mamíferos que voam, e saem à procura de alimentos ao entardecer e à noite. Vivem em média 15 anos e, a partir de 2 anos, tem início a vida reprodutiva, com um período de gestação de 2 a 7 meses, de acordo com a espécie, gerando normalmente um filhote ao ano.
Os morcegos desempenham importante papel na natureza, podendo ser responsável pela dispersão de sementes, polinização de flores e controle da população de insetos. Apesar destes benefícios, geralmente estão associados a símbolos de terror, mistério e antigas crenças, como a de que são "ratos velhos que criaram asas". Obviamente, morcego e rato são animais diferentes.
Morcegos são mamíferos, assim como nós e os ratos: têm pêlos, regulam internamente sua própria temperatura ("sangue quente") e amamentam seus filhotes. As aves estão em uma outra classe chamada das Aves.
Cada classe é dividida em ordens, sendo que a nossa se chama Primates (primatas), onde também se incluem os macacos, micos, sagüís, chimpanzés etc. A ordem dos ratos, cutias, pacas e capivaras chamam-se Rodentia, os roedores.
Já a ordem dos morcegos se chama Chiroptera, que significa "mãos em forma de asas" (do grego: kheir = mão + pteron = asa) que são modificações dos membros anteriores("braços").
As asas, dentro do grupo dos vertebrados, são modificações dos membros anteriores Por isso, aves e morcegos só têm duas asas, mas insetos podem ter quatro. As asas dos morcegos são únicas, sendo bem diferentes das asas de aves Os morcegos têm cinco dedos em cada mão (como nós), as aves têm três. Nos morcegos, há uma mebrana (patágio) que se extende desde o corpo e engloba quatro dos cinco dedos, formando a asa. As aves têm a asa formada por penas, que não são vivas como a membrana dos morcegos, podendo ser perdidas sem maiores prejuízo.
Os morcegos procuram abrigos que possuam condições que atendam suas necessidades de temperatura, umidade, luminosidade e acasalamento. Utilizam cavernas, frestas em rochas, forros e sótãos, porões, edificações, folhagens e copa de árvores e palmeiras para serem ocupados como abrigos.

Leia mais.

segunda-feira, 22 de março de 2010

OS REINOS DOS SERES VIVOS



O moderno sistema de classificação que distribui os seres vivos em cinco grandes reinos foi idealizado por R.H..Whittaker, em 1969. Assim as espécies estão distribuídas em reinos específicos, segundo determinados critérios de classificação.

Reino Monera:

Tipo de célula: Procariotica

Níveis de organização celular: Unicelulares

Tipo de Nutrição: São Autotróficas, fazem a fotossíntese e a quimiossíntese e são heterotróficas, obtendo o seu alimento por absorção.

Exemplos: Bactérias

Reino Protista

Tipo de célula : Eucariótica

Nivel de organização celular: Unicelular contendo também organismos coloniais

Tipo de nutrição: são autotróficas, fazem a fotossíntese e são heterotróficas, obtendo o seu alimento por ingestão ou absorção

Exemplos: Algas e Protozoários

Reino Fungi

Tipo de célula: Eucarióticas

Níveis de organização celular: Muticelulares

Tipo de nutrição: são heterotróficas, obtendo o seu alimento por absorção

Exemplo: Cogumelos, leveduras, bolores

Reino Planta

Tipo de célula: Eucarióticas

Nivel de organização celular: Multicelulares

Tipo de nutrição: São autotróficas, fazem a fotossíntese.

Exemplo: Pinheiro

Reino Animal

Tipo de célula: Eucariotica

Níveis de organização celular: Mulicelulares

Tipo de nutrição: são heterotroficos, obtem o seu alimento por ingestão

Exemplo: Minhoca, ser humano

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


SISTEMÁTICA, CLASSIFICAÇÃO E BIODIVERSIDADE

Sistemática é o ramo da Biologia que estuda a diversidade biológica, ou a biodiversidade, que corresponde à grande quantidade de seres vivos que existe na natureza desde microorganismos até animais e plantas. Entender essa variação e conhecer a biodiversidade atual sempre foi um desafio, o que levou os cientistas a concluir mais de dois séculos atrás, que seria necessário desenvolver um sistema eficiente para organizar e compreender a enorme diversidade biológica.

CLASSIFICAÇÃO

Há muito tempo busca-se uma classificação ideal para os seres vivos. Há 2400 anos Aristóteles (384 a.C. -322 a.C) classificou os animais em terrestres, aquáticos e aéreos, e as plantas em ervas, arbustos e arvores. Passados muitos séculos, surgiram as classificações científicas.

Em 1735,o botânico sueco Karl Von Linné conhecido como Lineu criou a classificação artificial que se baseou nas semelhanças estruturais e anatômicas entre as espécies. Ele planejou uma hierarquia em que os seres vivos foram organizados do grupo mais geral, o reino para a categoria mais especializada, a espécie. Os níveis taxonômicos atuais são: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie.

Ao mesmo tempo Lineu criou uma nomenclatura binominal que utilizava o latim como idioma para padronizar os nomes das espécies em todo o mundo. Essa nomenclatura é usada atualmente, sendo formada pelo termo genérico, ou nome do gênero, e o epíteto específico.

Assim, Homo é o termo genérico e sapiens é o epíteto específico, e o nome da espécie e Homo sapiens.

No século XIX, o sistema artificial de Lineu foi substituído pelo sistema natural que, alem das características estruturais e anatômicas, considerava os aspectos evolutivos, reprodutivos, fisiológicos e celulares da espécie. Em 1986, Ernest Haeckel propôs a classificação natural de três reinos: animal, vegetal e protista. Mas ficaram sérias duvidas quanto à correta classificação das bactérias e fungos.

Em 1969, o botânico Robert H. Wittaker, baseado nos avanços da bioquímica, da genética e da evolução, apresentou uma proposta de classificação em cinco reinos: monera, protista, fungo, vegetal e animal.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

REFLEXÃO


O Piquenique das Tartarugas

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos preparando-se para o passeio.
Passados seis meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta de piquenique descobriram que estavam sem sal. Então, designaram a tartaruga mais nova para voltar à casa e pegar o sal, por ser a mais rápida. A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou. Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. Três anos se passaram... seis anos... e a pequenina não tinha retornado. Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não suportando mais a fome, decidiu desembalar um sanduíche. Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:
-Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal!


Na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma. Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de escrever nossa própria história. Como disse Mário Quintana:
“O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.”
O sucesso está ligado à ação. Pessoas bem-sucedidas mantêm-se ativas. Elas cometem erros, mas não desistem.

Texto extraído da Revista Crescimento Pessoal e Motivação.

terça-feira, 8 de setembro de 2009


Saneamento Básico - O Alicerce do Desenvolvimento Social

por Luiz Fernando do Valle

O saneamento básico é um conjunto de serviços essenciais para a vida nas cidades. É uma atividade econômica que busca atender a população em geral com abastecimento de água potável, tratamento de esgoto, e algumas pessoas incluem o lixo nessa categoria. É fundamental sua existência para a saúde das pessoas e a preservação do meio ambiente em geral.
Esses serviços são prestados por empresas públicas ou privadas. Trata-se de uma atividade monopolista devido à inviabilidade econômica de se ter duas ou mais redes de água ou de esgoto de empresas diferentes. Além disso, os investimentos em obras e na manutenção são muito elevados, o que acarreta retornos econômicos e financeiros em prazos longos.
É impraticável pensar em uma sociedade desenvolvida e sustentável sem que haja serviços de saneamento básico para toda a população. Nesse caso, ter parte dos moradores de uma cidade desassistida por esses serviços é demonstração de falta de visão estratégica e do conhecimento de sua importância para a qualidade de vida dos moradores.
Os governantes, normalmente, não valorizam esses serviços como deveriam. Talvez porque eles não sejam percebidos visualmente pelas pessoas no seu dia-a-dia. Como há um grande interesse por obras de impacto eleitoreiro, e as instalações do saneamento básico ficam escondidas sob as vias públicas, esses administradores públicos esquecem-se de que a ausência desses serviços acarreta vários tipos de problemas para a população.
Um dos maiores problemas causados pela falta de saneamento básico é o de saúde pública. A falta desses serviços, principalmente em regiões carentes, é a causa de inúmeras doenças, como a cólera, leptospirose, meningite, diarréia, pólio, febre tifóide, entre outras. São algumas dezenas de doenças causadas pela falta de saneamento básico que destroem a saúde das pessoas e, conseqüentemente, suas famílias, causando grandes prejuízos para toda a sociedade.
O governo parece não enxergar que por trás desse problema de saúde pública escondem-se conseqüências gravíssimas para toda a estrutura social. As doenças afastam milhares de pessoas dos seus empregos, levando-as a depender da Previdência Pública, o que gera dispêndios de grandes somas do próprio governo, recursos estes que poderiam ser usados para fazer as redes de esgoto que teriam evitado esse problema.
Na grande maioria das cidades do Brasil não existe tratamento de esgotos. Eles são jogados in natura nos rios ou mares. O saneamento básico utiliza mais de 21% dos recursos hídricos de nosso País, e a grande maioria desses recursos volta à natureza em forma de esgotos sem nenhum tipo de tratamento.
A conseqüência disso é que a poluição decorrente desse crime ambiental causa sérios problemas para todos nós. A água é um recurso natural indispensável à vida. Sendo assim, é muito importante a sua preservação.
Além da poluição, o consumo de água per capita no Brasil dobrou nos últimos 20 anos enquanto a disponibilidade de água ficou três vezes menor; e pior, há muito desperdício. Cerca de 30% da água tratada é desperdiçada em vazamentos pelas ruas. Na Grande São Paulo desperdiça-se 10 m3 de água por segundo, o que daria para abastecer diariamente cerca de 3 milhões de pessoas.
Há ainda os nossos hábitos culturais, como deixar a torneira da pia aberta em nossa higiene pessoal, tomar longos banhos ou lavar as calçadas ou carros com grande desperdício de água. Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, perdem-se até 40% dos 10,4 milhões de litros consumidos anualmente no País.
Por tudo isso, a solução desses problemas passa por mudanças importantes e imediatas que nos levarão a repensar nossos hábitos e necessidades, e o governo a repensar sua responsabilidade por essa crescente demanda por melhores condições de saneamento.
O saneamento básico deveria ser considerado pelo governo e pela sociedade em geral como obra essencial e de extrema importância para as nossas vidas. Os investimentos alocados para a execução das estações de tratamento, redes e toda a malha necessária para o seu funcionamento deveriam ser priorizados sobre outros investimentos, pois a existência desses serviços resolveria vários tipos de problemas.
Enfim, já erramos o suficiente para saber o que não devemos fazer. Todos, governo e sociedade, devem juntar-se em um trabalho que envolva obras do governo e de conscientização da população para mudarmos esse quadro inacabado e injusto com os mais necessitados, mas com reflexo para toda a população.